domingo, 31 de março de 2013

Eu Vou de Bike – Bicicletas, Lazer e Transporte Urbano

Eu Vou de Bike – Bicicletas, Lazer e Transporte Urbano:

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quarta-feira, 27 de março de 2013

Eu Vou de Bike – Bicicletas, Lazer e Transporte Urbano » Homenagem às mulheres que pedalam!

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***** SAIA NA NOITE ***** Mulheres de Bike

***** SAIA NA NOITE ***** Mulheres de Bike:

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[Foco] - A Sua Revista

[Foco] - A Sua Revista:

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Estilista cria roupas para mulheres que pedalam - Negócio de Mulher Blog

Estilista cria roupas para mulheres que pedalam - Negócio de Mulher Blog:

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Grupos de pedal feminino se espalham pelo Brasil

Grupos de pedal feminino se espalham pelo Brasil:

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mulheres que pedalam |

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mulheres que pedalam | Escola de Bicicleta Ciclofemini

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Bicicletando




Aos amigos e amigas que dirigem

Aos amigos e amigas que dirigem:

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Quando o máximo não é o suficiente – por Roberto Recinella | Escola de Bicicleta Ciclofemini

Quando o máximo não é o suficiente – por Roberto Recinella | Escola de Bicicleta Ciclofemini:

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Ciclistas pretendem fazer o maior “Harlem Shake” com bicicletas do Brasil

Ciclistas pretendem fazer o maior “Harlem Shake” com bicicletas do Brasil:

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Ser um Bike Anjo é muito mais fácil do que você imagina! | Bike Anjo

Ser um Bike Anjo é muito mais fácil do que você imagina! | Bike Anjo:

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quarta-feira, 20 de março de 2013

Pedal Goiano


PEDAL GOIANO NA TRILHA...
No próximo dia 24/3/2013, tem pedal com o Grupo Pedal Goiano na Trilha Juriti. Convidamos a todos para pedalar, vamos sem pressa, sem horário para voltar, para curtir a trilha. É de suma importância que sua bike esteja revisada. Use sempre capacete para sua segurança.

Local: Posto Barcelona, GO-020, saída para Bela Vista, primeiro posto de gasolina a esquerda, após a Policia Rodoviária Estadual, cerca de 13 km do Autódromo
Concentração: 7h30
...Ver mais
PEDAL GOIANO NA TRILHA...
No próximo dia 24/3/2013, tem pedal com o Grupo Pedal Goiano na Trilha Juriti. Convidamos a todos para pedalar, vamos sem pressa, sem horário para voltar, para curtir a trilha. É de suma importância que sua bike esteja revisada. Use sempre capacete para sua segurança.

Local: Posto Barcelona, GO-020, saída para Bela Vista, primeiro posto de gasolina a esquerda, após a Policia Rodoviária Estadual, cerca de 13 km do Autódromo
Concentração: 7h30
Saída: 8h (pontualmente)
Distância: +- 24km
Nível: iniciante/médio (para quem já pedala, no mínimo, 20 km na cidade).
O que levar: Leve documentos, câmara de ar, remendos, água e não esqueça de revisar sua bike. Leve algum dinheiro para eventuais despesas com lanches.
Importante: Só será permitido pedalar com capacete, quem não estiver com capacete fica fora do passeio!
No final do evento teremos mesa de frutas e sorteio de brindes...


(1) Bicicletando

sexta-feira, 15 de março de 2013



o que sobrou da bicicleta de David, por @danielguth
o que sobrou da bicicleta de David, por @danielguth
Já era madrugada e a mente seguia numa espiral de angustiantes lembranças. Que dia o de ontem!
A imagem do olhar assustado da “Srª Antônia”, a mãe do jovem David, me faz refletir imediatamente acerca das injustiças deste país.
Muito pelo ineditismo de um roteiro digno de uma obra do maldito Zé do Caixão, talvez vejamos um desfecho histórico deste triste episódio.
Será que a justiça – não aquela deturpada pelos meandros das estratégias de um bom advogado de defesa – chegará à secular literatura dos casos de impunidade ungidos pela industria automobilística?
Acompanharemos.
Carteira de Identidade de David, por @danielguth
Carteira de Identidade de David, por @danielguth
Nesta madrugada me flagrei pensando nas manifestações que nos remetem ao primitivo sentimento de injustiça. A fome, por exemplo, faz-nos solidarizar pela violência com que escancara as desigualdades. As condições de saneamento, as favelas, os mendigos, as crackolândias, os orfanatos, as guerras, as doenças sem cura, os hospitais e escolas públicas, enfim, tudo o que nos remete, sem titubear, à dura sociedade esculpida na desigualdade e na EXCLUSÃO.
E pergunto: por que não o trânsito ou a vida que pulsa nas ruas? Será que existe manifestação mais contundente de desigualdade do que as ruas das nossas cidades?
Reflitamos:
1/3 dos paulistanos se deslocam diariamente de carro. 2/3 de outros modos de transporte. A quem se destina a maior fatia do espaço nas ruas? A quem se destaca todo o efetivo da Companhia de Engenharia de Tráfego para a eterna batalha pela manutenção da fluidez?
Será que não estamos excluindo 2/3 da população, através do seu modo de transporte, para incluir 1/3? Esta conta nunca fechou.
Quando você, leitor, caminha por SP, você se sente INCLUÍDO? E quando você, leitor, pedala por SP e não tem um local sequer para estacionar sua bicicleta, você se sente INCLUÍDO?
História rápida
Quando os primeiros automóveis foram introduzidos nas cidades, sua inclusão se deu às custas de muito sangue e protestos. O carro era, naquele momento, um intruso, um elemento exótico não apenas à paisagem mas à real função (milenar) das ruas como espaço público para os encontros, para o comércio, para as trocas e, principalmente, para as crianças brincarem. Tudo se fazia nas ruas e, para a tristeza de mães e pais, as crianças foram as primeiras vítimas desta sanguinária indústria.
Um passeio pela Wall Street antiga, onde os pedestres eram a maioria
Era natural que houvesse uma repulsa aos carros. No entanto, com estratégias de comunicação sedutoras, muito dinheiro e apoio político, as cidades foram se moldando para INCLUIR este intruso. Os protestos cessaram, as crianças foram trancafiadas em playgrounds e o automóvel passou a ocupar, de forma cada vez mais desigual, este espaço que era de TODOS.
Blá, blá, blá e 1 século se passou.
Concluindo
Hoje vemos cidades por todo o planeta numa constante batalha para reverter este equívoco secular. Algumas se anteciparam, como Amsterdam, Copenhague, Paris, Bogotá. Outras estão num rápido processo de re-humanização, como NY, Santiago, Londres, Melbourne.
Por que não SP?
O que nos freia, nos segura, nos mantém numa postura conservadora e individualista de manutenção do “status quo viário”?
A violência do atropelamento de ontem, seguida pelos acontecimentos surrealistas que todos acompanhamos, tem que servir para nossa profunda reflexão e, quiçá, mudança de atitudes e comportamentos. Senão estaremos emburrecendo e repetindo os mesmos erros. Over and over.
Já fomos alertados pelo mantra sartreano de que “o inferno são os outros”. Afinal, conte-nos, o que você aprendeu com o episódio de ontem?
@danielguth

segunda-feira, 11 de março de 2013

A VIDA NUA – um braço arrancado | as bicicletas

A VIDA NUA – um braço arrancado | as bicicletas:

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Controlando o estresse | Escola de Bicicleta Ciclofemini

Controlando o estresse | Escola de Bicicleta Ciclofemini:

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Atropelamento na Av. Paulista choca pela frieza do crime

Atropelamento na Av. Paulista choca pela frieza do crime:

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Delegado comenta atropelamento do ciclista Davi na Av. Paulista

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CURITIBA CYCLE CHIC: Couple on a bike

CURITIBA CYCLE CHIC: Couple on a bike:

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GPS: a garantia de nunca mais ficar perdida - Viver bem - Bem-estar - MdeMulher - Editora Abril

GPS: a garantia de nunca mais ficar perdida - Viver bem - Bem-estar - MdeMulher - Editora Abril:

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Não recomende “mais cuidado” quando ocorrem tragédias com ciclistas

Não recomende “mais cuidado” quando ocorrem tragédias com ciclistas:

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Porto Seguro homenageia mulheres com palestra de Claudia Franco | Escola de Bicicleta Ciclofemini

Porto Seguro homenageia mulheres com palestra de Claudia Franco | Escola de Bicicleta Ciclofemini:

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Eu Vou de Bike – Bicicletas, Lazer e Transporte Urbano » “Sobre nossas ruas desiguais: viva David!” por @Daniel Guth

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Escola de Bicicleta Ciclofemini | Homens, Mulheres e Crianças Pedalando pela Autoestima

Escola de Bicicleta Ciclofemini | Homens, Mulheres e Crianças Pedalando pela Autoestima:

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulher cacique de aldeia de Palhoça é respeitada até por inimigos


Dia da Mulher07/03/2013 | 23h58


Responsável pela ordem de comunidade indígena de 200 pessoas, Eunice Antunes, está próxima de cumprir sua missão

Mulher cacique de aldeia de Palhoça é respeitada até por inimigos Betina Humeres/Agencia RBS
Eunice Antunes lidera comunidade indígena no Morro dos CavalosFoto: Betina Humeres / Agencia RBS
Se todo líder tem uma missão, a da cacique da aldeia Itaty, Eunice Antunes, 33 anos, era garantir a terra para cerca de 200 pessoas de sua comunidade, no Morro dos Cavalos, em Palhoça. Eleita em fevereiro do ano passado, desbancando três homens, candidatos ao posto mais representativo da tribo, ela está próxima de conseguir o prometido.

Educação como primeira bandeira
Kerexy Yxapy (seu nome guarani) formou-se professora em 2003, é mãe de três filhos e está casada com Marcos Moreira, orientador pedagógico da escola da aldeia. Descobriu-se líder logo após o magistério, quando iniciou sua primeira luta em prol da aldeia.

— Na época, a coordenação pedagógica era resistente ao ensino do guarani na escola. Foi uma briga para poder ensinar a língua mãe dentro da sala de aula. Ali, eu descobri que podia fazer mais pela minha comunidade — lembrou ela.

Como cacique, Eunice Antunes representa a ordem entre as 37 famílias, mas, principalmente, o diálogo com o mundo fora dos limites da aldeia.

— É uma função política, mesmo. A principal diferença entre homem ou mulher é que nós somos mais observadoras — disse, orgulhosa.
No dia a dia, ela orienta os mais jovens, mantém as tradições e até castiga, quando for necessário.

— Um índio foi para um encontro sem a esposa e ela se queixou para mim. Ele teve que capinar mato por dois dias.

Vaidade de cacique
Eunice é vaidosa, mas nem tanto, como ela mesmo diz. É mulher de batom, colar e pulseiras apenas. Hoje, é comemorado o Dia Internacional da Mulher.

— Há mulheres mais vaidosas na aldeia, que se maquiam bastante, pintam o cabelo e cortam de várias maneiras. A índia é vaidosa. 

E muito mais. Eunice conta que a mulher tem um papel de liderança desde os primórdios dos guaranis, há cerca de 5 mil anos. 

— Um índio não toma uma decisão sem ouvir a mulher. Enquanto o homem é a ação, a mulher é o olho da aldeia. Elas estão por dentro de tudo que acontece ali e são sempre consideradas — afirmou. 

Liderança e respeito
Vista com desconfiança no início, Eunice hoje é respeitada entre lideranças indígenas e representantes do poder público e sociedade civil.

— Até pelos inimigos — acrescenta ela, entre risos. 

Serena, orgulhosa e líder, Eunice vai seguir sua missão com os guaranis do Morro dos Cavalos, na valorização da cultura, mantendo os rituais e a religião forte entre os seus.

Cacique mulher é fenômeno recente, diz pesquisadora
Mesmo assim, a ascensão das mulheres ao posto de cacique é recente no país, segundo a antropóloga, pesquisadora da cultura Guarani, Nádia Heusi Silveira.

— Algo que tem acontecido de duas décadas para cá. Acredito que tem muito a ver com as políticas públicas voltadas para as mulheres. Na aldeia, tanto os homens quanto as mulheres têm peso nas decisões políticas — analisou a pesquisadora. 

NÃO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!

"SER MULHER



Ah, ser mulher!
Ser mulher é ver o mundo com doçura,
É admirar a beleza da vida com romantismo.
É desejar o indesejável.
É buscar o impossível.

O poder de uma mulher está em seu instinto
Porque a mulher tem o dom de ter um filho,
E cuidar de vários outros filhos que não são seus.

Ah, as mulheres!
Ainda que sensíveis
Mulheres conseguem ser extremamente fortes
Mesmo quando todos pensam que não há mais forças.

Mulheres cuidam de feridas e feridos
E sabem que um beijo e um abraço
Podem salvar uma vida,
Ou curar um coração partido.

Mulheres são vaidosas,
Mas não deixam que suas vaidades
Suplantem seus ideais.

Muitas mulheres mudaram o rumo
E a história da humanidade
Transformando o mundo
Em um lugar melhor.

A mulher tem a graça de tornar a vida alegre e colorida,
E ela pode fazer tudo isto quantas vezes quiser
Ser mulher é gostar de ser mulher
E ser indiscutivelmente feliz
E orgulhosa por isso."

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Vinicius de Moraes: Poema da noite

Vinícius de Moraes


No teu branco seio eu choro.
Minhas lágrimas descem pelo teu ventre
E se embebedam do perfume do teu sexo.
Mulher, que máquina és, que só me tens desesperado
Confuso, criança para te conter!
Oh, não feches os teus braços sobre a minha tristeza não!
Ah, não abandones a tua boca à minha inocência, não!
Homem sou belo
Macho sou forte, poeta sou altíssimo
E só a pureza me ama e ela é em mim uma cidade e tem mil e uma portas.
Ai! teus cabelos recendem à flor da murta
Melhor seria morrer ou ver-te morta
E nunca, nunca poder te tocar!
Mas, fauno, sinto o vento do mar roçar-me os braços
Anjo, sinto o calor do vento nas espumas
Passarinho, sinto o ninho nos teus pêlos...
Correi, correi, ó lágrimas saudosas
Afogai-me, tirai-me deste tempo
Levai-me para o campo das estrelas
Entregai-me depressa à lua cheia
Dai-me o poder vagaroso do soneto, dai-me a iluminação das odes, dai-me o [cântico dos cânticos
Que eu não posso mais, ai!
Que esta mulher me devora!
Que eu quero fugir, quero a minha mãezinha quero o colo de Nossa Senhora!

Poema extraído do livro Vinicius de Moraes — Poesia completa e Prosa, Editora Nova Aguillar — Rio de Janeiro, 1998, pág. 262.

Para o Dia Internacional das Mulheres, queria dividir com vocês esse texto, que apesar de longo, é simplesmente sensacional e emocionante. Uma linda homenagem ao nosso dia , vale a pena ler *-*




"Certo dia parei para observar as mulheres e só pude concluir uma coisa: elas não são humanas. São espiãs. Espiãs de Deus, disfarçadas entre nós.

Pare para refletir sobre o sexto-sentido.
Alguém duvida de que ele exista?

E como explicar que ela saiba exatamente qual mulher, entre as presentes, em uma reunião, seja aquela que dá em cima de você?

E quando ela antecipa que alguém tem algo contra você, que alguém está ficando doente ou que você quer terminar o relacionamento?

E quando ela diz que vai fazer frio e manda você levar um casaco? Rio de Janeiro, 40 graus, você vai pegar um avião pra São Paulo. Só meia-hora de vôo. Ela fala pra você levar um casaco, porque "vai fazer frio". Você não leva. O que acontece?
O avião fica preso no tráfego, em terra, por quase duas horas, depois que você já entrou, antes de decolar. O ar condicionado chega a pingar gelo de tanto frio que faz lá dentro!
"Leve um sapato extra na mala, querido.
Vai que você pisa numa poça..."
Se você não levar o "sapato extra", meu amigo, leve dinheiro extra para comprar outro. Pois o seu estará, sem dúvida, molhado...

O sexto-sentido não faz sentido!

É a comunicação direta com Deus!
Assim é muito fácil...
As mulheres são mães!

E preparam, literalmente, gente dentro de si.
Será que Deus confiaria tamanha responsabilidade a um reles mortal?

E não satisfeitas em ensinar a vida elas insistem em ensinar a vivê-la, de forma íntegra, oferecendo amor incondicional e disponibilidade integral.
Fala-se em "praga de mãe", "amor de mãe", "coração de mãe"...

Tudo isso é meio mágico...
Talvez Ele tenha instalado o dispositivo "coração de mãe" nos "anjos da guarda" de Seus filhos (que, aliás, foram criados à Sua imagem e semelhança).

As mulheres choram. Ou vazam? Ou extravazam?

Homens também choram, mas é um choro diferente. As lágrimas das mulheres têm um não sei quê que não quer chorar, um não sei quê de fragilidade, um não sei quê de amor, um não sei quê de tempero divino, que tem um efeito devastador sobre os homens...

É choro feminino. É choro de mulher...

Já viram como as mulheres conversam com os olhos?

Elas conseguem pedir uma à outra para mudar de assunto com apenas um olhar.
Elas fazem um comentário sarcástico com outro olhar.
E apontam uma terceira pessoa com outro olhar.
Quantos tipos de olhar existem?

Elas conhecem todos...

Parece que freqüentam escolas diferentes das que freqüentam os homens!
E é com um desses milhões de olhares que elas enfeitiçam os homens.

EN-FEI-TI-ÇAM !

E tem mais! No tocante às profissões, por que se concentram nas áreas de Humanas?
Para estudar os homens, é claro!
Embora algumas disfarcem e estudem Exatas...

Nem mesmo Freud se arriscou a adentrar nessa seara. Ele, que estudou, como poucos, o comportamento humano, disse que a mulher era "um continente obscuro".
Quer evidência maior do que essa?
Qualquer um que ama se aproxima de Deus.
E com as mulheres também é assim.

O amor as leva para perto dEle, já que Ele é o próprio amor. Por isso dizem "estar nas nuvens", quando apaixonadas.
É sabido que as mulheres confundem sexo e amor.
E isso seria uma falha, se não obrigasse os homens a uma atitude mais sensível e respeitosa com a própria vida.
Pena que eles nunca verão as mulheres-anjos que têm ao lado.
Com todo esse amor de mãe, esposa e amiga, elas ainda são mulheres a maior parte do tempo.
Mas elas são anjos depois do sexo-amor.
É nessa hora que elas se sentem o próprio amor encarnado e voltam a ser anjos.
E levitam.
Algumas até voam.
Mas os homens não sabem disso.
E nem poderiam.
Porque são tomados por um encantamento
que os faz dormir nessa hora."
(Luis Fernando Veríssimo)

MULHERES

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.

Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.

Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.


PABLO NERUDA


FELIZ DIA DAS MULHERES

sábado, 2 de março de 2013


PedalGoiano Ciclistas compartilhou a foto de Ronaldo Martins Alves Alves.
Em todas as grandes cidades o uso excessivo do carro empurra a comunidade para a baixa qualidade de vida, estresse nos engarrafamentos, perda dos espaços públicos para os veículos. Vamos deixar de ideologia barata e lutar por espaços exclusivos e seguros par o usuário da Bicicleta.CICLOVIAS JÁ!!
Anápolis de Bicicleta PedalGoiano Ciclistas Pedala Gama Pedal Passeios Noturnos de Bike Pedala Formosa Rebas Do Cerrado Pedala Gerais

Em todas as grandes cidades o uso excessivo do carro empurra a comunidade para a baixa qualidade de vida, estresse nos engarrafamentos, perda dos espaços públicos para os veículos. Vamos deixar de ideologia barata e lutar por espaços exclusivos e seguros par o usuário da Bicicleta.CICLOVIAS JÁ!!
@[100002173990267:2048:Anápolis de Bicicleta] @[100001749178264:2048:PedalGoiano Ciclistas] @[100002243655078:2048:Pedala Gama] Pedal @[100003591799896:2048:Passeios Noturnos de Bike] @[100002378408078:2048:Pedala Formosa] @[100004273054540:2048:Rebas Do Cerrado] @[100004247554208:2048:Pedala Gerais]

o outro invisível | as bicicletas


hoje faz um ano que juliana ingrid dias foi assassinada atropelada na avenida paulista. morreu gritando:
- hey! olha eu aqui!
gritou isso várias vezes para o motorista de ônibus que vinha das faixas da esquerda, derrubou-a e então, sem poder freiar, sem tempo, outro ônibus atropelou-a. morreu assim, como se invisível fosse.
crianças escravizadas num navio negreiro apreendido pela marinha inglesa, em 1869.
crianças escravizadas num navio negreiro apreendido pela marinha inglesa, em 1869.
pois bem. ciclista na rua é invisível ou é como se fosse. motoristas não vêem ou fazem que não vêem. por que isso?
num primeiro momento, há invisibilidade sim. sem prestar atenção corretamente, o motorista não vê uma série de coisas, principalmente se estiver em velocidade mais alta.  é a cegueira em movimento, bem descrita aqui por um carrólatra inveterado.  clique no link e leia o artigo. e evite essa cegueira andando mais devagar.
há outro tipo de cegueira, a cegueira social. nesse aspecto, o brasileiro é craque.
somos treinados a ignorar o outro, quando estamos em posição de supremacia. sempre imaginamos que o sofrimento que o outro enfrenta é algo de alguém que não está à nossa altura.
essa cegueira sobre o outro manifesta-se naquela frasezinha calhorda que alguns carrólatras gostam de repetir:  ”eu usarei o transporte público, quando ele for decente”.
claro, não decente para ele. é decente para todos os demais brasileiros de classe mais baixa, mas não é para ele. e ele não se preocupa com isso, não vota em político que promete melhorar o transporte público.
essa visão de que o outro pode se submeter a condições às quais ele não se submete (pegar um metrô, lavar uma cueca, lavar seu próprio banheiro, para dar pequenos exemplos…) é a herança maldita da escravidão.
a escravidão treinou o brasileiro a não olhar o outro. afinal, o outro não é como ele. o outro é escravo…
a escravidão treinou o brasileiro a pensar que as pessoas não são todas iguais. o brasileiro não percebe que somos todos, absolutamente todos, absolutamente iguais: quando vamos ao banheiro fazemos as mesmas sujeiras. vomitamos fedendo como qualquer ser que vomite. todos nós somos irrelevantes. todos morreremos e só seremos lembrados no máximo por uma geração, de amigos. em 100 anos ninguém lembrará de nós. todos nós perdemos um tempo desgraçado caçando coisas que não existem: sucesso, felicidade, atenção…
mas não. o brasileiro se acha, ele, especial. ele é “selecionado”. os outros, gente diferenciada…
então, o outro se comete um crime, tem que ir pro pau-de-arara.  o filho dele, se comete um crime, precisa de tratamento, não de cadeia. o outro pode pegar o transporte público e tem que chegar no horário. ele, só pega metrô em paris. ele usa a rua. o outro atrapalha….
é esse o ponto. esse é o ponto mortal. o ponto que causa mortes. a sensação do motorista que acha que, por estar dirigindo um veículo automotor, pode andar na rua como quer, o outro que saia da frente. o trânsito são os outros.
assim, o outro, diante do motorista, é sempre folgado… como são folgados esses pedestres, atravessando fora da faixa! com são folgados esses ciclistas, ocupando a faixa! como são folgados esses gays, se achando cheios de direitos! como são folgados esses negros, querendo cota nas universidades!
esse ranço escravagista aparece no trânsito. e quem diz não sou eu, é roberto damatta, em seu magistral “fé em deus e pé na tábua“:
“A crença de que certas quantidades de álcool são aceitáveis, pois tudo depende do motorista, segue a mesma lógica deste amálgama conflituoso inconsciente entre ideias pessoais de superioridade e ideias de igualdade. Daí a disjuntiva entre a lei para o outro e a compreensão relativizante que conduz à tolerância, ao perdão e à condescendência para os nossos e para a nossa conduta. O famoso Você sabe com quem está falando?, segundo o qual aos inimigos aplica-se a lei e, aos amigos, concede-se toda a compreensão, tem como ponto de partida nossa visão hierárquica do mundo e teima ignorar um outro lado: o igualitarismo que tudo complica.”
pois é. para o brasileiro, o outro é estorvo. e estorvo empurra-se pra lá…
foi isso que passou pela cabeça do motorista de ônibus que derrubou minha amiga julie dias no asfalto. foi esse “foda-se!” que matou uma menina linda, uma bióloga que exercia função importante num banco de sangue de cordões umbilicais.
dane-se o outro. é….
essa visão de mundo é que justifica ignorar o morador de rua, ou tacar fogo nele.  é a visão que justifica parar na frente da farmácia “por cinco minutinhos”. fazer fila dupla na porta das escolas. andar acima da velocidade. dirigir bêbado…
e, por esses atos, pessoas morrem. minha amiga morreu assim. não só ela. há 8 anos, 6 meses e 23 dias minha prima foi assassinada morta por um motorista bêbado que numa contra-mão bateu no táxi onde ela estava.
é. as pessoas que dirigem de qualquer forma por aí não tem ideia da dor que causam a uma família quando matam alguém. e não precisam atropelar para matar, basta ligar o carro. pois sim, afinal a poluição dos carros mata 4.000 pessoas ao ano em são paulo. mata mais que atropelamentos, batidas e etc. todo motorista é, portanto, um pouco assassino, cada vez que gira a chave no contato. quanto maior o motor…
12 pessoas morrem por dia em são paulo de males causados e agravados pela poluição dos carros. diversas outras atropeladas por eles.  mas ninguém mexe uma palha pra mudar isso.
enquanto isso, tem gente feliz dentro do seu carrinho poluidor, cada vez mais lento numa cidade congestionada e poluída, achando que sua lentidão é sempre culpa dos outros….
é…

Vá de Bike!


Ciclovia da Eliseu de Almeida será discutida em audiência pública

Manifestacao pela ciclovia da Av. Eliseu de Almeida mobilizou população e poder público. Foto: Gabinete do vereador Adilson Amadeu
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GCM reprime manifestação por retirada
de ciclovia em Taboão da Serra
No dia 23 de fevereiro, um sábado, foi realizada mais uma manifestação na Av. Eliseu de Almeida pedindo a implantação da lendária ciclovia. Mais uma entre tantas que já aconteceram nos últimos anos.
Mas parece que dessa vez a coisa vai andar, graças à participação ativa de alguns vereadores, da boa vontade do novo subprefeito e, principalmente, da insistência dos cidadãos.

Quem esteve lá

Além de moradores e ciclistas, estiveram no local os seguintes representantes do executivo e do legislativo:
  • O novo subprefeito do Butantã, Luiz Felippe de Moraes Neto. Arquiteto e Urbanista, tem trabalhado na sub desde 2009 e parece ter o bom hábito de manter contato direto e dialogar com a população.
    .
  • Vereador José Police Neto (PSD). Foi presidente da Câmara por vários anos e faz a maior parte de seus deslocamentos em bicicleta. Um vereador que realmente pedala, conhecendo na pele as dificuldades e as delícias que isso nos traz. Já participou de eventos sobre o uso da bicicleta, inclusive como debatedor (veja aqui). Página no site da Câmara. Contato: policeneto@camara.sp.gov.br
    .
  • Vereador Gilberto Natalini (PV). Formado em medicina e com forte atuação na área da saúde, é aliado da causa das bicicletas já há alguns anos, tendo também participado de eventos sobre o assunto, inclusive como debatedor (veja aqui). Página no site da Câmara. Contato: natalini@camara.sp.gov.br
    .
  • Vereador Adilson Amadeu (PTB). Despachante e empresário, tem sua atuação voltada à questão do trânsito. Esperamos ser um novo aliado na luta por uma cidade mais justa e menos agressiva, onde as bicicletas tenham seu direito de circular respeitado – com ou sem ciclovia. Afirma ter elaborado anos atrás um projeto de lei estimulando o “parque a parque”, que seria uma versão da atual Ciclofaixa de Lazer. Página no site da Câmara. Contato: adilsonamadeu@camara.sp.gov.br
    .
  • Assessores do vereador Nabil Bonduki (PT). Mestre, doutor e professor da USP em temas relacionados a arquitetura e urbanismo, já apoiou a causa da bicicleta em outros mandatos, criando, por exemplo, um projeto de lei que defendia a instalação de bicicletários na cidade (muito antes da questão ganhar corpo). Página no site da Câmara. Contato: nabil@nabil.org.br
    .
  • Assessor do vereador Marco Aurélio Cunha (PSD). Médico ortopedista com especialização em medicina esportiva, é autor do mais recente projeto de lei que tenta resolver a questão de estacionamento de bicicletas na cidade (veja aqui). Para a lei ser implementada, falta ainda regulamentação por parte do novo prefeito, Fernando Haddad. Abordaremos essa questão em breve. Página no site da Câmara. Contato: marcoaureliocunha@camara.sp.gov.br
    .
  • Assessor do vereador Aurelio Nomura (PSDB). Advogado, acompanhou de perto a questão das ciclofaixas do bairro de Moema, tendo estado presente à reunião em que ciclistas e integrantes da AMAM (Associação dos Moradores e Amigos de Moema) discutiram o assunto.Página no site da Câmara. Contato: nomura@camara.sp.gov.br
    .
  • Um representante da Secretaria do Verde, que seria diretor do Parque Jardim Previdência, localizado ao lado de onde foi realizada a manifestação (entre a Eliseu de Almeida e a Raposo Tavares).
A conversa com a população, no meio da avenida, foi bastante produtiva (veja parte dela neste vídeo e neste outro) por trazer um debate aberto sobre o que pode ou não ser feito e o que falta na avenida para que uma obra de ciclovia possa ser iniciada (em resumo, as obras estruturais que devem antecedê-la ainda não foram concluídas).
Como resultado, foi marcada uma Audiência Pública para discutir formalmente a questão, expor o projeto existente, o que pode ser feito para que seja implementado, esclarecer o prazo mínimo necessário e dar oportunidade aos cidadãos de se manifestarem sobre a questão. Veja detalhes mais adiante, nesta página.
Da esquerda para a direita, o subprefeito do Butantã, Luiz Felippe de Moraes Neto, e os vereadores Gilberto Natalini, Police Neto e Adilson Amadeu. Imagem: Pedro Cruz/Reprodução

Propostas

Leia aqui sobre a Ciclo Rede Butantã, um projeto abrangente que já existe para a região. Ainda não sabemos se o que pretendem implementar é realmente esse projeto ou se seria algo mais recente.
Segundo o gabinete do vereador Adilson Amadeu, “a proposta é muito mais ampla [do que apenas uma ciclovia na Eliseu] e representa a implantação de quase 17 quilômetros de ciclovias, que juntamente com outras obras viárias têm um custo estimado em mais de 20 milhões”. O projeto é complexo, envolvendo as secretarias de infraestrutura urbana, trânsito, do verde e a subprefeitura.
“Além disso, os ciclistas reivindicam que a ciclovia da capital se conecte com a ciclovia de Taboão,desativada recentemente“. Essa, aliás, era a proposta original: a ciclovia do Taboão foi feita com essa intenção, mas o fato do trecho de São Paulo nunca ter saído do papel foi recentemente utilizado como um dos argumentos para desativá-la.
“Estamos empenhados para que não só essa obra, mas todo o sistema cicloviário de São Paulo seja implementado e dotado de orçamento”, afirma Caio Baccini, assistente parlamentar do vereador Nabil Bonduki que esteve na manifestação. “Na revisão do Plano Diretor esse ano, esse tema será prioridade”.
Ciclovia pintada em protesto no canteiro central da Av. Eliseu de Almeida. Foto: Karina Massi
Ciclovia pintada em protesto no canteiro central da Av. Eliseu de Almeida. Foto: Karina Massi

Reunião informal antes da Audiência

Ciclistas e moradores da região pretendem realizar uma reunião informal, para alinhar propostas que serão levadas à audiência pública, no sábado 2 de março, às 10h. A reunião é aberta, acontece no Estúdio do Morro, na R. Padre Justino, 593 (veja mapa) e tem a participação da Ciclocidade, que está envolvida com a questão há bastante tempo.
A previsão é que a reunião termine até as 13h. Havendo tempo, também será discutida adesativação da ciclovia de Taboão da Serra, que faria ligação com a da Eliseu, permitindo o deslocamento seguro entre as duas cidades.
As informações sobre a realização dessa reunião foram fornecidas por Karina Massi, estudante de biologia e Álvaro Diogo, tecnólogo em Hidráulica e Saneamento Ambiental, dois jovens que tem se mostrado bastante ativos nessa mobilização em busca da ciclovia perdida da Eliseu. Segundo Álvaro, a reunião “partiu de diversos atores envolvidos nas mobilizações pela Ciclovia na Av. Eliseu de Almeida e recentemente pela não desativação da ciclovia em Taboão da Serra”.

Participe da Audiência Pública

Uma Audiência Pública foi marcada para o dia 16 de março, sábado, às 10h da manhã. A participação em massa dos ciclistas é muito importante!
A grosso modo, uma audiência pública é uma reunião aberta para participação do cidadão, realizada em auditório. Após as declarações dos participantes da mesa, que geralmente são integrantes do legislativo e executivo ou pessoas convocadas para prestar informações e esclarecimentos, os cidadãos podem pedir a palavra.
É recomendável registrar-se na entrada para poder ser chamado a falar. Por limitação de tempo, nem todos podem ser chamados e por isso é de bom tom ser breve e só pedir a palavra se realmente houver algo relevante a ser dito. Senão você pode acabar deixando de fora alguém que trouxe uma informação ou ideia importante para discussão. ;)
Segundo o vereador Police Neto, pessoas-chave na questão foram convocadas. “Enviamos ofícios no dia 26, assinados por mim e pelos vereadores Gilberto Natalini e Adilson Amadeu, convidando o subprefeito do Butantã e os secretários municipais do Verde e Meio Ambiente [Ricardo Teixeira], dos Transportes [Jilmar Tatto] e das Subprefeituras [Chico Macena] para participarem do encontro”.
E o que será definido? A ciclovia sai? Pra quando? “A idéia da reunião é exatamente cobrar informações das autoridades públicas”, explica o vereador Gilberto Natalini. “Só saberemos maiores detalhes na reunião”.
Segundo a página do evento no Facebook, todos os vereadores citados nessa matéria confirmaram presença. Já são seis vereadores empenhados em buscar uma solução para essa questão, uma mostra de que São Paulo caminha cada vez mais em direção da aceitação e incentivo reais ao deslocamento em bicicleta.
Ainda não temos informação sobre a presença dos demais convocados, mas manteremos essa página atualizada com essa informação. Se mais algum vereador pretende participar, ainda que como ouvinte, pedimos a gentileza de nos informar, para que também possa ser citado aqui.
Foto: Dornicke/Wikimedia Commons
Foto: Dornicke/Wikimedia Commons

Quando e onde

Audiência pública para discutir a implantação da Ciclovia da Avenida Eliseu de Almeida
Dia 16 de março de 2013, às 10h, na Câmara Municipal
Viaduto Jacareí, 100 (veja mapa)
Auditório Sérgio Vieira de Mello (1º subsolo)
Há bicicletário na Câmara, no lado direito do prédio, atrás da grade verde. Leve sua tranca!
A casa costuma ser pouco flexível com vestuário. Para evitar contratempos, vá usando uma calça e não bermuda, ou leve uma na mochila para vestir por cima.